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Economia

Caixa não prevê alta imediata de juros

POSTADA EM: 31/12/1969  |  POR: (Folhapress)

Foto: Rafael Neddermeyer/Fotos Públicas

 

Apesar da necessidade de buscar recursos de fontes alternativas à poupança para o crédito imobiliário, a Caixa Econômica Federal não projeta elevação imediata da taxa de juros nos financiamentos da casa própria.
Segundo o vice-presidente de Habitação da Caixa, Nelson Antonio Souza, o custo do crédito novo ainda não foi estimado. Dos R$ 16,1 bilhões a mais que o banco terá neste ano para habitação, R$ 7 bilhões foram alocados na linha Pró-cotista, já disponível para a contratação, segundo Souza.
Destinado a pessoas com conta ativa no Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), esse crédito tem taxa de juro entre 7,85% e 8,85% ao ano. Outros R$ 6 bilhões serão captados com o FGTS a 7,5% ao ano, via emissão de CRI.
Comparada aos grandes bancos, a Caixa oferece as taxas mais competitivas na linha do Sistema Financeiro de Habitação (SFH).
No ano passado, os resgates da poupança elevaram o custo de captação de recursos do banco público, levando a pelo menos três altas nas taxas de juros cobrada de compradores da casa própria.
Com 67% do mercado de crédito habitacional, a Caixa dita os preços de financiamento de imóveis e acaba encarecendo os financiamentos de todo o mercado.

Casa nova

Com o crédito extra vindo do FGTS, a Caixa poderá financiar R$ 92 bilhões, pouco mais que os R$ 91,1 bilhões destinados à casa própria em 2015, sem descontar a inflação de mais de 10%.
Em 2015, a Caixa emprestou recursos para a compra de 792 mil moradias. Neste ano, o crédito suplementar eleva em 64 mil a estimativa de unidades financiadas, 13% mais que a estimativa inicial.

 

R$ 7 bi vão para linha Pró-cotista

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