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Megacondomínio ficará no Centro de SP

POSTADA EM: 08/02/2017  |  POR: (Folhapress)
Conjunto no Centro da capital combina moradias, comércio e urbanização

Foto: Alexandre Carvalho/A2img

Sete anos após a demolição do prédio da antiga rodoviária do Centro de São Paulo para a construção de equipamento público cultural, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) anunciou no fim de janeiro o início das obras de um condomínio com 1,2 mil apartamentos no local.
Batizado de Complexo Júlio Prestes, o projeto que também prevê lojas, creche e a nova sede da Escola de Música Tom Jobim é uma das apostas do Estado para tentar revitalizar a região da cracolândia.
A previsão é que seja concluído em três anos, mas que, no meio de 2018, parte das moradias esteja pronta.
Especialistas ouvidos pela reportagem avaliam que, para atingir seu objetivo de recuperação do entorno, a iniciativa precisará ser acompanhada de outras ações, como a melhoria na zeladoria dos arredores e boa gestão do espaço.
Em frente da Sala São Paulo, o terreno de 18 mil metros quadrados fica entre a Praça Júlio Prestes e a Alameda Barão de Piracicaba, onde funcionou a antiga rodoviária – de 1961 a 1982. Estão previstos quatro edifícios de 17 andares, três prédios com 12 pavimentos e um com 13.
A atual proposta surgiu após a Justiça ter anulado a contratação de um escritório, sem licitação, para construir complexo cultural no local –cujo projeto custou R$ 53 milhões ao Estado. Questionado sobre isso, o governo diz que ainda aguarda o julgamento de recurso.

Moradia

A nova obra, que será tocada pela construtora Canopus, integra parte de uma parceria público-privada (PPP) inédita na habitação, lançada em 2012 com previsão de construção de 10 mil moradias. As primeiras 126 unidades foram entregues no ano passado – o governo justifica a demora por causa da disponibilidade de parceiros privados.
Os interessados em morar no local têm até 24 de julho para se inscrever. Os principais requisitos são ter renda familiar de um a cinco salários mínimos e ao menos um dos membros trabalhando na região central. O resultado se dará por sorteio, e as parcelas mínimas serão de R$ 239.
O projeto segue diretrizes do Plano Diretor (regras para o crescimento urbanístico de SP) aprovado em 2014. O local terá a chamada fachada ativa, com lojas no térreo e habitação em andares superiores, o que estimula a ocupação do espaço público.

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