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Para evitar favelização, ações complementares são necessárias

POSTADA EM: 08/02/2017  |  POR: (Folhapress)
Governador Geraldo Alckmin durante visita a um dos apartamentos decorados do Complexo Júlio Prestes

Foto: Alexandre Carvalho/A2img

Especialistas avaliam ser necessárias ações complementares para que o espaço não seja absorvido pela degradação da cracolândia, o que facilitaria a favelização.
“Tem de ter gestão fortíssima ali. Há duas praças que precisam estar sempre iluminadas, lixo estar sempre em dia. Muitos imóveis da região viraram cortiços”, diz a urbanista Regina Monteiro, que presidiu a Comissão de Proteção a Paisagem Urbana na gestão Gilberto Kassab (PSD).
Consultor em segurança e oficial da reserva da PM, o coronel José Vicente da Silva afirma ser preciso ainda controle rígido de acesso e segurança no conjunto.
“Vamos ter de 3 mil a 5 mil pessoas, o tamanho de uma cidade pequena”, diz Silva. “Em grandes unidades, é preciso de zeladoria. Senão vira um São Vito (antigo prédio do Centro de São Paulo conhecido pela degradação e que foi demolido)”, afirma.
O urbanista e professor da FGV Kazuo Nakano defende mecanismos para impedir que, com a valorização da região, moradores beneficiados vendam apartamentos rapidamente e voltem a morar em favelas. “O público original” dessa política de habitação, diz, não pode ser perdido.

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