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Só em 2018

Informação sobre linha de crédito mais barata de imóveis é da Caixa

POSTADA EM: 12/07/2017  |  POR: (Folhapress)
Ministério das Cidades faz remanejamento de recursos para reativar linha Pró-Cotista

Foto: Marcos Santos/USP Imagens

A Caixa Econômica Federal informou na última sexta-feira que não serão liberados novos recursos para a linha de financiamento imobiliário Pró-Cotista neste ano.
“A Caixa Econômica Federal informa que continua atuando em todas linhas de crédito habitacional, exceto Pró-Cotista. As novas contratações da linha Pró-Cotista estão previstas para serem retomadas no próximo semestre”, informou o banco em nota.
No fim de junho, o presidente da Caixa, Gilberto Occhi, havia afirmado que haveria liberação de novos recursos “nos próximos dias”, o que não ocorreu.
O orçamento inicial de 2017 para a Pró-Cotista era de R$ 5 bilhões, montante aprovado em outubro de 2016. Em maio, como esse valor já estava contratado ou em fase de análise, a Caixa parou de aceitar propostas pela primeira vez.
Para reativar a linha, o Ministério das Cidades remanejou recursos que eram direcionados para a faixa de renda mais alta do Minha Casa, Minha Vida. Os R$ 2,5 bilhões adicionais foram comprometidos com empréstimos e, por isso, a linha voltou a ser interrompida.
“Para o exercício de 2017 inicialmente foram disponibilizados R$ 5 bilhões ao Programa Pró-cotista. Em maio de 2017, o Ministério das Cidades suplementou o Pró-cotista em R$ 2,54 bilhões. Portanto, para este ano, não haverá novo aporte para a linha em questão”, divulgou o Ministério das Cidades em nota.

Remanejamento

Parte do governo defende que a linha receba um reforço de R$ 2 bilhões a R$ 3 bilhões adicionais por meio de remanejamento de recursos do orçamento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) destinado a saneamento básico e infraestrutura.
Isso seria votado na reunião do conselho do Fundo, na segunda quinzena deste mês, mas segundo apurado o Ministério das Cidades não aprova a solução.
As duas áreas têm, respectivamente, R$ 6 bilhões e R$ 10 bilhões previstos pelo fundo para 2017, mas até agora executaram somente entre 10% e 15% desse total.
Nos últimos anos, o limite de endividamento de Estados e municípios, que estão em delicada situação financeira, não vem permitindo mais contratações desses recursos.

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