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Raios e queda de árvores estão entre as principais causas de desligamentos

POSTADA EM: 30/11/-0001  |  POR:
Raios estão entre as principais causas de desligamentos da rede elétrica

O plantio de árvores de espécies incompatíveis com o convívio harmonioso com o sistema elétrico associado, em muitos casos, às podas inadequadas e as descargas atmosféricas (raios) representam a maioria das causas de interrupções no fornecimento de energia para os clientes da CPFL Paulista, na Regional Noroeste, com sede em Bauru. As informações são da concessionária de energia.
Segundo levantamento da distribuidora sobre o ano de 2016, a regional (que atende os municípios de Bauru, Marília, São José do Rio Preto, Botucatu e mais 106 cidades, incluindo Jaú) registrou um total de 30.733 interrupções. Desse total, mais de 56% dos desligamentos são causados pela interferência de árvores e raios.
Outros fatores externos que estão entre os causadores de interrupções, mas com menor quantidade de ocorrências, são pipas, colisões em postes e queimadas. Há ainda os desligamentos programados, realizados para garantir a segurança da população, bem como dos eletricistas, em obras no sistema elétrico. Nestes casos, os clientes que têm o serviço afetado recebem aviso antecipado de falta de energia. Na região, curiosamente, a interferência de animais e os fortes ventos são responsáveis por outros 27% de causas de desligamentos.

Guia

Disponível no site da empresa (www.cpfl.com.br), o guia “Arborização Urbana Viária – Aspectos de Planejamento, Implantação e Manejo” traz série de conselhos, para que tanto o cliente como os poderes públicos possam planejar o plantio e os cuidados com árvores. Isto, tanto nas vias públicas quanto nas áreas internas dos imóveis e praças, observando distâncias corretas para o plantio sob a rede elétrica e em locais com redes subterrâneas de esgoto e água tratada. (Da redação)

 

:: Confira dicas para se proteger durante os temporais

 

• Nunca use aparelhos elétricos e eletrodomésticos, durante as tempestades ou em locais com água ou umidade, nem com as mãos ou os pés molhados. Cobri-los não gera qualquer efeito de proteção.

• Não mude a chave (verão/inverno - fria/morna/quente) do seu chuveiro, enquanto estiver ligado, e principalmente nos dias em que estiverem ocorrendo descargas atmosféricas.

• Não mexa no interior dos televisores e opte por mantê-los desligados durante as tempestades. Equipamentos eletrônicos sensíveis, como microcomputadores, precisam de proteção especial contra descargas elétricas, como um estabilizador.

• Evite falar ao telefone, pois uma descarga atmosférica também pode entrar pela rede de dados.

• Fique longe de objetos isolados, como árvores e postes de luz. Procure uma casa de alvenaria e fique longe de janelas e portas metálicas, especialmente durante a incidência das descargas atmosféricas.

• Os veículos também se constituem abrigos contra os raios, não pelos pneus, mas pela proteção proporcionada por um fenômeno conhecido como Gaiola de Faraday que, em resumo, significa que dentro de uma gaiola a eletricidade não penetra.
 
• Se você estiver caminhando com uma mochila/bolsa que contenha alguma armação de metal, retire-a assim que detectar um raio. Certifique-se de deixá-la pelo menos 100 metros de onde quer que você esteja abrigado.

• Se não há abrigo por perto, o melhor é agachar, colocar a cabeça entre as pernas e abraçar os joelhos. Fique com os pés juntos e em contato com o chão.

• Se você for pego em uma tempestade de raios com um grupo de pessoas, mantenha uma distância de, pelo menos, 50 metros a 100 metros entre cada indivíduo.

• Mova-se para uma local mais baixo, pois raios são muito mais propensos a atingir objetos em altitudes mais elevadas. Evite grandes espaços abertos, onde você é mais alto do que qualquer outra coisa ao seu redor, como um campo de golfe ou campo de futebol.

• Evite realizar trabalhos externos em locais elevados ou no alto de prédios (como instalar ou acertar antenas, calhas etc.), durante um temporal.

• Em zonas rurais, as cercas longas devem ser seccionadas e aterradas (de 100 metros em 100 metros, por exemplo) para se evitar criar um caminho contínuo para os raios, que pode levar destruição ao longo do cercado.

• Se durante um temporal, algum cabo do sistema elétrico se romper (por queda de galhos de árvores ou raios, por exemplo), não toque nem chegue perto do local. Se o cabo vier a cair sobre um carro, a pessoa não deve tentar sair do veículo e ninguém deve se aproximar para tentar prestar socorro. O risco de eletrochoque é altíssimo e pode levar à morte. Isole a área e acione imediatamente a empresa distribuidora de energia responsável.

Fonte: CPFL Paulista

 

Foto: Marcos Ozanan, Divulgação/USP Imagens

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